sexta-feira, 13 de julho de 2012

"Até quando estamos dispostos a aceitar uma realidade que nos machuca? Até quando estamos dispostos a aceitar a solidão e a angústia que sufoca o nosso coração? Ampliar os horizontes e procurar investir em uma solução interessantemente favorável poderá resultar em pontos positivos nesse jogo um tanto delicado. Remendos já não satisfazem! Curativos não são mais úteis! Precisa-se da cura urgentemente, e sabe por quê? Porque de qualquer forma precisaremos, em algum momento, nos relacionar, seja socialmente ou através da formulação de amizades ou, até mesmo, amorosamente. Então, evitar essa aproximação e alimentar essa ideia de “auto-suficiência” é o ápice da insensatez. Costumamos, às vezes, complicar um pouquinho a nossa vida. A solidão tem a sua grafia até bonita, mas a sua atuação é cruel. Ela poderá destruir a esperança, se o ambiente em que ela está inserida, a deixar plantar a sua perpetuação. Por isso, a palavra-chave é REAGIR. Colocar um ponto, uma pedra, um caminhão ou até mesmo um elefante em cima do problema, visando a sua solução viável, já é um grande passo. Então, mexa-se! Comodismo não nos leva a nada."

Julyane Souza

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