domingo, 22 de junho de 2014

Difícil entender como essas coisas do coração funcionam. Num dia tá tudo uma maravilha e no outro, a pessoa nem te dá notícias.
A gente se acostuma com um jeito de ser da pessoa e no outro dia, ela acorda diferente.
Difícil conhecer alguém por inteiro em tão pouco tempo de convívio, mas, mesmo com esse pouco tempo, a gente acaba se encantando e gostando.
Como gostar de alguém que nunca vimos? Como se sentir um bobo, só em ouvir a voz da pessoa?

                                                                 
                                                                (...)


Quando não temos um histórico muito bom de relacionamentos, é sempre mais complicado se abrir para que novas pessoas cheguem. Eu sei, eu sei, cada pessoa nova que chega, não quer dizer que vá ser igual ao que houve no relacionamento anterior. Mas, vai dizer isso pro meu coração... É difícil se abrir por inteiro pra alguém de novo. E quando a gente acha que chega o momento, sempre tem algo que nos deixa com pé atrás.



                                                                (...)


Quando a gente consegue encontrar alguém que nos cause metade do que já sentimos antes, nos leva ao êxtase, com sorrisos, pensamentos, frio na barriga (tanto de medo, quando de ansiedade). Posso estar falando bobagem, mas é assim que ela me faz sentir. Essa semana foi complicada, foi como se eu percebesse que ela não se importa tanto assim, como eu achava que ela se importava. Não respondia sms, nem WhatsApp (Tecnologias não param de avançar), Facebook, não atendia ligações.. Nada, não tinha notícias nenhuma. E, quando eu me conformava que não era nada do que eu tava pensando, que eu tava novamente caindo do cavalo, que não teria sorte em mais um possível relacionamento... Ela aparece.

Ela aparece e manda msg no Facebook, no Whats, liga. E me faz sentir bobo de novo.
Incrível como as coisas são. Eu definitivamente não sei! Ela comigo é toda doce, carinhosa, sincera (?), romântica e temos planos. Se for pra ser, que seja leve. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Aprendi

“Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.


Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.


Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.


Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida.


Que por mais que se corte uma pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.


Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência.


Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.


Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles.


Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sente.


Aprendi que perdoar exige muita prática.


Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.


Aprendi... Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.


Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.


Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.


Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso.


Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.


Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.


Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto;


Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou, mesmo quando não quero me envolver.


Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.


Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.


Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.


Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.


Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério.


E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.


Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.


Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.”
 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

The Dream

Whisper in the yard and turn the trees all into toys
Lay there on the ground, and turn the dirt into your joy
From what I see and what I know, it's all been boring lately
So I suggest we trade a question mark in for a maybe
Time your riddles right, and make a point that has no sense
Make sure that you're smiling, and the money's been well spent
Innocence and ignorance, it all goes hand in hand
I'm not sure that I'm right, but I hope you'll understand
I hope that you're still searching for the start that has no end
And all the plastic people have now become your friends
Before you start to drift and your soul begins to strain
I just wanted to tell you that you're listening to a dream
 
SHINEDOWN

sexta-feira, 13 de julho de 2012

"Até quando estamos dispostos a aceitar uma realidade que nos machuca? Até quando estamos dispostos a aceitar a solidão e a angústia que sufoca o nosso coração? Ampliar os horizontes e procurar investir em uma solução interessantemente favorável poderá resultar em pontos positivos nesse jogo um tanto delicado. Remendos já não satisfazem! Curativos não são mais úteis! Precisa-se da cura urgentemente, e sabe por quê? Porque de qualquer forma precisaremos, em algum momento, nos relacionar, seja socialmente ou através da formulação de amizades ou, até mesmo, amorosamente. Então, evitar essa aproximação e alimentar essa ideia de “auto-suficiência” é o ápice da insensatez. Costumamos, às vezes, complicar um pouquinho a nossa vida. A solidão tem a sua grafia até bonita, mas a sua atuação é cruel. Ela poderá destruir a esperança, se o ambiente em que ela está inserida, a deixar plantar a sua perpetuação. Por isso, a palavra-chave é REAGIR. Colocar um ponto, uma pedra, um caminhão ou até mesmo um elefante em cima do problema, visando a sua solução viável, já é um grande passo. Então, mexa-se! Comodismo não nos leva a nada."

Julyane Souza

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Desejos

Desejo a você 
Fruto do mato 
Cheiro de jardim 
Namoro no portão 
Domingo sem chuva 
Segunda sem mau humor 
Sábado com seu amor 
Filme do Carlitos 
Chope com amigos 
Crônica de Rubem Braga 
Viver sem inimigos 
Filme antigo na TV 
Ter uma pessoa especial 
E que ela goste de você 
Música de Tom com letra de Chico 
Frango caipira em pensão do interior 
Ouvir uma palavra amável 
Ter uma surpresa agradável 
Ver a Banda passar 
Noite de lua Cheia 
Rever uma velha amizade 
Ter fé em Deus 
Não Ter que ouvir a palavra não 
Nem nunca, nem jamais e adeus. 
Rir como criança 
Ouvir canto de passarinho 
Sarar de resfriado 
Escrever um poema de Amor 
Que nunca será rasgado 
Formar um par ideal 
Tomar banho de cachoeira 
Pegar um bronzeado legal 
Aprender um nova canção 
Esperar alguém na estação 
Queijo com goiabada 
Pôr-do-Sol na roça 
Uma festa 
Um violão 
Uma seresta 
Recordar um amor antigo 
Ter um ombro sempre amigo 
Bater palmas de alegria 
Uma tarde amena 
Calçar um velho chinelo 
Sentar numa velha poltrona 
Tocar violão para alguém 
Ouvir a chuva no telhado 
Vinho branco Bolero de Ravel 
E muito carinho meu.

Carlos Drummond de Andrade

sábado, 30 de junho de 2012

"Aí eu paro e penso: com você, só com você, eu imaginei tudo assim. Todas essas coisas de romance bonito de filme, casamento, família, viagens, cachorros, canários, papagaios. Por quê? Porque eu te amo. Porque eu te quero. Porque eu nunca senti por ninguém nada perto do que sinto por você. Porque ninguém fez com que eu me sentisse assim, entregue, na corda bamba, com esse gosto de felicidade na boca."
 
 
Clarissa Corrêa.

sábado, 16 de junho de 2012

Cazuza - Poema

Eu hoje tive um pesadelo
E levantei atento, a tempo
Eu acordei com medo
E procurei no escuro
Alguém com o seu carinho
E lembrei de um tempo


Porque o passado me traz uma lembrança
Do tempo que eu era criança
E o medo era motivo de choro
Desculpa pra um abraço ou um consolo


Hoje eu acordei com medo
Mas não chorei, nem reclamei abrigo
Do escuro, eu via o infinito
Sem presente, passado ou futuro
Senti um abraço forte, já não era medo
Era uma coisa sua que ficou em mim


De repente, a gente vê que perdeu
Ou está perdendo alguma coisa
Morna e ingênua que vai ficando no caminho
Que é escuro e frio, mas também bonito porque é iluminado
Pela beleza do que aconteceu há minutos atrás